Intervenções no TA e suas dúvidas respondidas - 1ª Jornada NeuroSaber

Intervenções no TA e suas dúvidas respondidas

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A 1ª Jornada NeuroSaber está aí, desta vez na terceira aula. Ao longo da experiência de levar até vocês, profissionais e pais, informações e dicas que visem ao diagnóstico e aos passos ideais para conduzir o tratamento do Transtorno de Aprendizagem, nós recebemos uma série de perguntas. Elas são voltadas tanto para as intervenções que devem ser empregadas nas crianças quanto para outras dúvidas mais pontuais. Enfim, tentaremos responder todas elas de forma que atenda aos seus questionamentos.

É válido lembrar a importância de se tirar tais dúvidas para a condução satisfatória das terapias e para a melhora significativa das crianças. É muito comum que pais encontrem dúvidas acerca do profissional mais indicado para avaliar a situação do filho, mas não se preocupe, daremos algumas dicas que farão toda a diferença.

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Intervenções, como saber as mais indicadas para a criança?

Para começar, é sempre imprescindível afirmar que antes do diagnóstico, o primeiro passo é que pais e educadores solicitem o auxílio de uma equipe multidisciplinar que possa desempenhar uma avaliação bem elaborada.

A partir da análise de especialistas (psicólogos, psicopedagogos, neurologistas infantis e fonoaudiólogos) o diagnóstico de seu filho pode ser estabelecido a fim de que haja, então, o prosseguimento da intervenção indicada.

Como cada caso é particular e cada criança apresenta uma característica única, é temerário falar de uma intervenção que abarque o caso de todos os pacientes. No entanto, podemos dizer que existem alguns métodos que podem ajudar pais e educadores a notarem algo de incomum no desempenho escolar.

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Dicas que podem ajudar

Uma sugestão é perceber se a criança encontra dificuldades para ler, por exemplo. Pode acontecer de trocar alguma palavra ou letra, até então algo normal no processo de alfabetização.

Entretanto, se os erros continuarem, peça para que ela leia mais pausadamente. Se mesmo assim houver a troca de palavras e letras, procure fazê-la ler sílaba por sílaba. Como? Cubra as sílabas a fim que a criança leia cada uma delas. Essa forma é ideal para o pequeno memorizar a estrutura da palavra e induzi-la à leitura fluente. Para isso, incentive-o a repetir na fala o que leu. Tudo com muita paciência e carinho, é claro.

Outra dica para leitura que pode ser útil é a percepção visual pelo estímulo. Isso ocorre através do uso de atividades de figura e fundo, posição espacial e sequência espacial. Esses itens são responsáveis por impulsionar a cognição da criança.

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Profissionais

Profissionais também podem ter dúvidas. Neste caso, a avaliação criteriosa é o primeiro passo. Logo depois, é importante que uma equipe multidisciplinar analise o caso do paciente a fim que se chegue ao diagnóstico que identifique o Transtorno de Aprendizagem.

Na sala de aula, os professores podem acompanhar de perto o rendimento da criança em situações corriqueiras como um exercício de leitura ou na resolução de problemas. Caso o aluno apresente dificuldades consideráveis, tente modificar a didática. Em caso de persistência, converse com os pais e procure enviar um relatório à equipe de especialistas. Tudo isso com o consentimento dos responsáveis pela criança.

A 1ª Jornada NeuroSaber conta com vídeos explicativos sobre os transtornos que envolvem a cognição e o desenvolvimento da criança. Não perca nenhuma de nossas aulas. Tire suas dúvidas conosco.

6 Comentários
  1. Cláudia 2 meses atrás

    Bom dia! Estou gostando muito da Jornada e gostaria de saber se vocês fornecerão algum certificado de participação.

    Grata,

    Cláudia Moura

  2. Tania finger 2 meses atrás

    Boa tarde perdi a terceira aula como posso assisti-la

  3. Sirlei Borges dos Santos 2 meses atrás

    Sou professora do ensino fundamental e dou aulas de reforço para crianças com dificuldades na leitura e escrita. São aulas que ministro como voluntária pois fico penalizada em ver a dificuldade das crianças em ler e acompanhar o conteúdo. São meramente copistas. Vão sendo aprovados pelo sistema não pelo que conseguiram aprender durante os anos em frequentaram a escola. Os professores nada podem fazer já que as salas são superlotadas. Chegam as vezes na oitava série sem saber ler. É revoltante.

  4. Julsira Almeida 2 meses atrás

    Sou psicologa na APAE Porto Velho e preciso muito desse curso ate p repassar aos pais e divulgo p os professores.
    Obrigada.

  5. Solange Oliveira 2 meses atrás

    Olá, sou pedagoga e trabalho com educação infantil com criança da primeiríssima infância.
    Estou muito interessada neste assunto não só como profissional, mas como mãe, pois minha filha apresentou esses transtornos, e os professores da época não souberam ajudar e nem compreender a situação . Descobri ao acaso lendo um romance ,e o personagem apresentava o mesmo distúrbio que ela.
    Meu TCC na pedagogia foi sobre um distúrbio da aprendizagem chamado dislexia.

  6. Elma Cordeiro 2 meses atrás

    Olá, sou pedagoga este ano estou desenvolvendo meu trabalho na área da educação infantil, gosto muito deste tema abordado procuro buscar mais conhecimento tanto profissional quando pessoal, pois temos alunos com muitas dificuldades e para tentar desenvolver um bom trabalho devemos caminhar rumo ao conhecimento proporcionado um ótimo aprendizado aos nossos alunos.

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