Como conduzir os problemas comportamentais no ambiente escolar?

A escola é um local determinante na vida de uma criança. As descobertas e os desafios encontrados pelos pequenos podem influenciar diretamente em seu futuro. Não são poucos os assuntos que poderíamos trazer aqui, mas vamos focar nos problemas que afetam o cotidiano de todos que estão incluídos nesse grupo. Este artigo é voltado, principalmente, aos educadores, pais, mães e todos que lidam com esse universo.

Ambiente escolar: um lugar de várias demandas

É importante conceber esse espaço como um recinto onde personalidades distintas compartilham os mesmos objetos, exceto aqueles que pertencem a cada um. Diante dessa variedade de peculiaridades, é normal que haja certa diferença em gostos, hábitos, visão de mundo.

Com os pequenos não é diferente. Esse primeiro contato tende a ocasionar em alguns estranhamentos. O coleguinha pode estranhar o outro pelo jeito distraído ou pelo comportamento muito agitado. Cabe aos professores identificar essas situações e propor aos alunos uma forma de agregar todos em um mesmo grupo.

O que fazer para unir os estudantes?

Existem várias maneiras de equilibrar o ambiente dentro da sala de aula e do espaço da escola, de forma geral. Uma delas é organizando atividades que proporcionem uma interação maior não só dos alunos de sua turma, mas de outras. Algo semelhante a atividades extraclasses.

Apenas a aplicação de matérias, exercícios e cobranças não são atrativos aos pequenos. É preciso disponibilizar um local em que deveres de aspectos lúdicos também tenham uma dedicação especial por parte dos educadores e dos estudantes.

E quando um aluno apresenta dificuldades de adaptação?

Esses casos requerem uma atenção maior, pois o que está em jogo pode ser algo mais sério. Qualquer detalhe que sugira um problema comportamental deve ser comunicado aos pais, sobretudo se houver indicativo de um distúrbio ou uma síndrome.

No ambiente escolar, podemos encontrar crianças com os seguintes quadros:

– Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH): afeta o desempenho escolar de uma criança, seja no aspecto agitado que o pequeno demonstra ou na distração;
– Distúrbios de aprendizagem: dislexia, disgrafia, discalculia, (sendo os principais, junto com o TDAH, mencionado acima);
– Atraso do desenvolvimento relacionado a incidência do Transtorno do Espectro Autista (TEA);
– Outros.

A maneira eficaz encontrada em tais possibilidades é estabelecer uma comunicação entre os responsáveis pela criança. Estes, por sua vez, devem procurar ajuda especializada para que o pequeno seja adequadamente avaliado. É importante salientar que esses especialistas são as pessoas mais indicadas para oferecer intervenções que podem trazer resultados na vida das crianças.

Acompanhamento médico

No caso de uma criança com autismo, por exemplo, a solução é a ajuda de um profissional que possa analisar o caso apresentado e intervir com tratamentos que tendem a favorecer o pequeno.

Corpo pedagógico: uma equipe indispensável

O grupo formado por profissionais como pedagogos, psicopedagogos, psicomotricistas, entre outros, é primordial para conduzir os estudantes na busca por um desenvolvimento particular e, ao mesmo tempo, coletivo, de forma que contribua continuamente para o convívio de todos.

 

Já pensou aprender profundamente as Técnicas Psicomotoras que podem otimizar o Desenvolvimento Infantil de uma maneira Lúdica, Encantadora e Eficaz? Em um curso online completo a Lu Brites te ensina tudo sobre Psicomotricidade com fundamentação científica e de forma prática e simplificada.

Compartilhe este artigo

Comments 2

  1. Olá boa noite.
    Me chamo ludmily e tenho duas filhas uma de 6 anos e outra de 1 ano e 3 meses,a minha filha de 6 ano está cursando o 1′ ano do ensino fundamental.
    Ela ainda não consegue reconhecer as letras e os números,tem muita dificuldade na escola.
    Ela é uma menina muito esperta porém muito agitada e perde a atenção muito rápido.
    Tenho conversado muito com a professora dela para que juntas possamos ajudar Lavínia nesta fase difícil que ela está passando.
    Não sou profissional na área mas gostaria muito de poder fazer algo pela minha filha, atividades em casa que pode-se ajudá-la.
    Dês de já agradeço a atenção.

    1. NeuroSaber Responde

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *