Como identificar a Dislexia?

A Dislexia é um transtorno de aprendizagem do tipo verbal – que envolve símbolos, gráficos e códigos de linguagem fonológica – que nasce e cresce com a criança, ou seja, que se apresenta desde tenra idade levando a problemas de aquisição de pré-requisitos para a alfabetização durante o seu desenvolvimento e que, por extensão, acarretará futuras dificuldades para o processo de aquisição da aprendizagem da leitura e da escrita, com demora na construção de frases, erros frequentes de ortografia e falta de concentração.

Ela não tem “cara” nem tampouco forma física sendo uma condição que se identifica somente na observação do comportamento da criança quando em contato com informações ou meios que se utilizam de formas, letras e números. Não dá em exames, não pode ser identificada em imagens cerebrais nem em eletroencefalograma, só afetando indivíduos muito inteligentes e criativos.

A Dislexia é um transtorno de desenvolvimento resultante de alterações, falhas, disfunções em regiões específicas do cérebro responsáveis pela análise, integração e coordenação de processos que envolvem leitura e escrita. Desde a percepção visual, auditiva e espacial, até a integração destes estímulos com habilidades fonológicas e de memória de trabalho verbal, o cérebro do disléxico não consegue interconectar estas áreas funcionais de forma organizada e estruturada. Ao ler e escrever, o portador tem lento processamento e reduzida capacidade de fluência e memorização por estes caminhos para adquirir o volume de conhecimento desejado e esperado. Demoram 4 vezes mais para entender uma frase e costumam confundir, durante a percepção, os sons e as formas de letras o que leva a se atrapalharem com a junção das mesmas no processo de formação das palavras. Esta lentidão prejudica a compreensão e a fluência.

Mais comum em meninos (4-5 vezes mais) e de predominante herança genética (60-90% dos casos), é comum afetar famílias e suas consequentes gerações. Os primeiros sinais podem aparecer nos primeiros anos de vida como atraso na aquisição da fala, trocas fonéticas tardias, omissões frequentes de sílabas na fala ou chegar em idades mais tardias, falando muito “enrolado” e de forma ininteligível. Oitenta por cento dos disléxicos apresentam história de atraso de linguagem expressiva e este sinal é de grande valia para vigilância durante o desenvolvimento da criança e levantar suspeita.

Nos anos que se passam, observa-se que estas crianças são mais desengonçadas, incoordenadas, desastradas, imaturas e “esquecidas”. Esquecem pequenos recados, letras de canções, parlendas, rimas e aliterações, costumando se perder nos nomes de objetos de seu convívio pessoal. Ao tentar nomear as coisas, esquecem, confundem-se, tentam rememorar por meio da função ou de um evento que lembre o objeto desejado. Demoram mais para aprender sequências motoras, se perdem na orientação espacial de trajetos e de sequências de tarefas. Acabam, no início da alfabetização, tendo muita dificuldade para memorizar letras e seus sons, assim como números e seus nomes, não raramente se desinteressam por atividades que envolvem livros, frases, representação ou formas gráficas. A memorização de textos, frases, tabelas, tabuadas, nomes de ruas, identificação de direita-esquerda e das horas em relógio analógico encontram-se também muito defasadas e podem se estender por toda a vida.

O diagnóstico da Dislexia independe de exames neurológicos e de aparelhagens específicas. Costumam nada evidenciar. Por ser uma condição essencialmente clínica que depende de uma avaliação que passa por conhecimento e neurodesenvolvimento, como também da necessidade de exclusão de outras patologias e distúrbios, sua confirmação deve sempre passar por uma ampla avaliação interdisciplinar com a participação integrada de profissionais de saúde, de educação, especializados e dotados de conhecimentos afinados acerca do transtorno, como neuropediatra, neuropsicólogo, fonoaudiólogo, psicopedagogo e equipe educacional. Estes profissionais devem seguir protocolos consolidados pelas evidências científicas com a aplicação de testes específicos dominados por cada especialidade que possam identificar os déficits normalmente observados em pacientes com Dislexia.

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Comments 73

  1. Quero saber se vocês. Tem pesquisas que identificam dificuldades de aprendizagem ou outras deficiências de crianças que sofreram abuso sexual ou violência sexual

    1. A cada texto me sinto mais motivada a ler e buscar sobre o assunto. Os textos são de fácil compreensão e ao ler me transporto para minha prática como professora. Vejo que temos que ter o cuidado de não rotular nossos alunos. Penso que o conhecimento deve ser esclarecedor para reconhecer os problemas e ter clareza de como lidar com eles. Digo isso, porque quando reconhecemos os tipos de problemas que trazem modificações no comportamento das pessoas corremos o risco de ver sintoma em tudo. Posso estar errada, se estiver me corrijam.

  2. Tenho uma filha de 12 anos que está com suspeita de dislexia… ainda não fechou o diagnóstico… quero saber como posso ajudar

    1. Primeiramente, apoie ela e seja muito paciente. Se ela está tendo acompanhamento psicopedagógico, ouça as orientações do profissional e busque segui-las. O bom profissional vai auxiliá-la da melhor forma possível. Deus abençoe vcs. 🙂

  3. Gostaria de saber quais são as práticas que devem ser tomadas para ajudar a alfabetização de dislexicos.

  4. Muito boa explanação sobre o tema.
    Sou mãe do Octávio, tem 11 anos e desde os 8 percebemos que havia algo de diferente nele.
    Em 2014 foi diagnosticado com dislexia por uma equipe multidisciplinar: fono, psicopedagoga, neuro e psicologa.
    Hoje Octávio já avançou bastante. Está no sexto ano, demora mais que os demais colegas na resolução das atividades escolares; porém está bem engajado numa turma e faz praticamente todas as atividades em sala de aula.
    Tem laudo e atualmente faz as atividades avaliativas de Língua Portuguesa e Geografia com o apoio da psicologa da escola; isto é, é retirado da sala de aula e faz em outro ambiente mais tranquilo.
    Até o bimestre passado saia nas avaliações também de história e ciências.
    Quanto a matemática, Inglês, artes e redação fazia e continua realizando todas as atividades na sala normal.
    Demora para fazer as atividades de casa e tem que agendar tudo senão esquece de realizá-las.
    Não toma nenhum medicamento;
    Faz uma sessão com a fono às segundas feiras e {as quintas faz duas horas de atividades com um psicopedagoga;

  5. Achei o texto interessante principalmente quando chama a tenção para o diagnóstico. É realmente delicado esse diagnóstico e, é imprescindível que seja feito por uma equipe multidisciplinar.

  6. Bom dia.
    Sinto falta de referências que apoiem os textos. Alguma fundamentação teórica que respalde as afirmações e nos permita saber mais.

  7. Minha filha demorou para aprender ler e hoje está no 2º Ano do Ensino médio e apresenta dificuldades em relatar o que leu em um texto, em entender o que leu. Como posso ajudá-la na escola?

    1. Meu filho esta na quinta serie mas apresenta essa dificuldade também. Gostaria de saber como ajudar.

  8. Achei muito rico seu conteúdo, em todas as especialidades, quando fala interdisciplinar, é o caminho certo para quem apresenta qualquer tipo de dificuldades. Adorei PARABÉNS!!!

  9. Olá!
    Muito legal o artigo,mas faltou falar de um profissional importante para área diagnóstica: Nós, os psiquiatras da Infância e Adolescência!

    um abraço

  10. Quero agradecer a você e sua equipe por disponibilizar um material tão rico e ao mesmo tempo simples e objetivo. Sou professora da SRM, e tenho alguns alunos sem laudo , o que dificulta o trabalho, mesmo fazendo a anamnese. Esse material veio a acrescentar na minha prática pedagógica.
    Mas, gostaria de ter acesso a alguns pressupostos teóricos para embasar minhas pesquisas, uma vez que sempre estou envolvida em cursos na área de Educação Especial.
    Parabéns a toda equipe.

  11. Quero agradecer a você e sua equipe por disponibilizar um material tão rico e ao mesmo tempo simples e objetivo. Sou professora da SRM, e tenho alguns alunos sem laudo , o que dificulta o trabalho, mesmo fazendo a anamnese. Esse material veio a acrescentar na minha prática pedagógica.

    Parabéns a toda equipe.

  12. amei este texto meu filho tem 12 anos e aos 9 foi diagnosticado com uma equipe pedagógica com dislexia ele tem dificuldades em resolver problemas de matematica ou formulas se não usar calculadora nao consegui fazer os calculos mas a prof de matematica nao quer entender gostaria de receber algo de como proceder em sala com ele. um abraço

  13. Já tinha conhecimento desta avaliação interdisciplinar.
    Mas é bem difícil conseguir está avaliação na rede pública.
    As crianças que fazem parte de uma classe social que são atendidas na unidade escolar que trabalho em grande parte depende do atendimento de postos de saúde da rede pública

  14. Boa noite, meu filho tem12anos e foi diagnósticado como dslexico a neuro entrou com a ritalina o q vcs acham?

    1. Olá Gardênia! Isso vai depender se além de dislexia seu filho é portador de Déficit de Atenção,ai então teríamos uma indicação correta para o uso de Ritalina!
      Espero ter ajudado!

      Dra Pricila Brum

    2. Gardenia, o uso de Ritalina é mais comum em crianças com Deficit de Ateneção TDA (H) Pois é um estimulante do sistema nervoso central auxiliando na concentração, eu particularmente não usaria em meu filho. Sou Professor de Educação fisica, estudante de Psicopedagogia e pai de um menino de 8 anos com Dislexia.

  15. Adorei o texto e gostaria de saber se as crianças que apresentam este quadro tem comportamento diferenciado ou se há características comportamentais que dão indício de dislexia.

  16. Sou professora e trabalho com alunos de dez a quatorze ano e percebo a dificuldade de aprendizagem de alguns alunos

  17. Oi meu filho tem TDAH,e também foi diagnosticado que tem dislexia como faço pra saber mais detalhes,tem alguns números que eu possa tá falando com vocês

  18. Boa noite
    Gostei muito deste texto me esclareceu muito a respeito de transtorno de desenvolvimento.
    Abraço

  19. SOU PEDAGOGA DA EDUCAÇÃO ESPECIAL E ACOMPANHO ALUNOS DISLÉXICO, ELES TEM UM BOM DESEMPENHO ACADÊMICO DESDE QUE TRABALHADO ADEQUADAMENTE, ESCOLA, FAMÍLIA E EQUIPE DE APOIO PRINCIPALMENTE FONO E A PSICOLOGA ,PARA MANTER A AUTOESTIMA. A ATENÇÃO É POR TODA VIDA ACADÊMICA E NÃO APENAS QUANDO CRIANÇA.
    HÁ UMA FALSA IMPRESSÃO QUE A PROVA ORAL FACILITA E O ALUNO NÃO PRECISA DE ESFORÇOS OU SEJA ESTUDAR, MAS ELE TEM QUE SER ENSINADO E ESFORÇADO PARA EVOLUIR NO APRENDIZADO.
    O FATO DE SER DISLÉXICO NÃO DIMINUI A RESPONSABILIDADE DO PROFESSOR EM ALFABETIZAR. SENDO QUE O PROFESSOR É O RESPONSÁVEL PELO SUCESSO OU FRACASSO DESSE ALUNO.

  20. O texto não explicou como identificar. Nota-se que o tema ainda é muito desconhecido. Pena, muitas crianças sem aprender, muitos professores desesperados.

  21. Artigo muito esclarecedor. As escolas deviam ter mais esclarecimento sobre esse tema. Existem muitos casos onde o aluno é taxado de “preguiçoso e indisciplinado” quando na verdade ele está gritando por socorro.
    Adorei esse artigo

  22. Bom dia!
    Que tudo!
    Amei esse assunto, apesar de eu me achar com essa defasagem, sempre quis saber sobre esse assunto, meio complexo, vários leques, mas como nós professores poderemos trabalhar, que atitude tomar diante
    de um assunto tão polêmico?
    Um abraço

  23. ÓTIMO TEXTO, VÁRIAS PESSOAS JÁ HAVIAM COMENTADO SOBRE O ASSUNTO E SOBRE DIAGNÓSTICO, ESSA ORIENTAÇÃO É MUITO IMPORTANTE.

  24. Olá, gostei do texto, porém tenho muitas dúvidas ainda. Como professora de educação infantil, tenho alunos , gêmeos, que em contato com letras e números não conseguem memorizar, reproduzir ou diferenciar uns dos outros. Nem mesmo reproduzir o próprio nome, somente garatujas,em contraste com o restante dos alunos. Estou muito preocupada!

  25. Boa noite! Muito boa a matéria! Gostaria de saber quais são estes testes específicos que foram citados no texto? Onde encontrá-los, tem um padrão?

  26. Ola equipe?

    Gostaria de saber, se o contrario do dislexo também existe. ? Tenho muita facilidade em aprender, no inicio da escolarização fui avançada de serie porque a professora dizia que eu não deixava as outras crianças responderem. Como se meu cérebro processasse mais rápido. Como a maioria das escolas também não oferece um suporte para os alunos que de certa forma estão a cima da média. nunca gostei muito de ler, pois não fui incentiva na escola e também sabia que a escola me exigia pouco, não precisava me esforçar muito. Isso foi passando, mas hoje percebo que tenho dificuldades para me organizar na ideias quando faço um texto, não observo os erros, coisas simples de concordância. Virou meio que um vicio a leitura rápida, passo o olho e entendo. No entanto, em relação a escrita…é complicado, as vezes vejo que a maior dificuldade e entender o que eu escrevo, pois outras leituras tenho facilidade.

  27. Eu tenho um filho autista leve com 10anos fala bem mas não está alfabetizado escreve seu nome e contar até dez mas não no visual não identifica número é letras confundi tudo. Consegui memorizar falas dos desenhos preferidos decora tudo que interessa mas em questão de aprender português e matemática tá difícil. Como posso ajudar? Será que é disléxico?

  28. Como diferenciar um aluno dislexo de um aluno que não foi estimulado a desenvolver suas capacidades cognitivas?

  29. Gostei muito da explanação sobre dislexia. Vocês tem colaborado muito com a ampliação do nosso conhecimento. Só temos a agradecer ao Dr. Clay, a vc Luciana e a toda equipe Neurosaber. Um abraço a todos.

  30. Adorei a matéria, mas uma dúvida ainda tenho! Que tipo de atividades devem ser desenvolvidas na escola e como deve ser feita uma avaliação?

  31. Muito bom este texto!!!
    Acrescentou muito, oois estou concluindo meu artigo da pós.
    Estou escrevendo dos tipos de dislexia causado por DPAC.
    Foi muito esclarecedor o texto.
    Obrigada!

  32. Tenho gostado muito desse assunto pois tenho TDAH na escola dei trabalho para aprender coisa que na faculdade eu deslanchei e hoje sou formada em pedagogia na educação especial e tudo isso que vocês vem mostrando realmente acontece mesmo conosco

  33. Boa noite Lu e equipe, não tive condições de acompanhar as aulas até o final, porem foi muito proveitoso todo material que tive acesso, vocês estão de parabéns não deixarei de acompanha-los sempre que possível. Aguardo novidades.

  34. Excelente material Luciana Brites. As suas publicacoes tem me ajudo bastante.Muito obrigada.Um grande abraco. Anseio pelo dia que vcs venham aquí no meu Ceara, mais , precisamente em Fortaleza

  35. Amei o assunto. Sou professora de uma turma do 3º ano de alfabetização e tenho dois alunos com dificuldades de aprender as letra, os sons, as rimas. Isto me deixa muito triste pois já tentei de diversas formas de aprendizagem, mas o desempenho dos mesmos são lentos demais. Gosto muito de ler sobre o assunto pra desenvolver outras estratégias e formas de ensinar.

  36. Muito bom o texto que aborda o tema sobre dislexia, realmente é necessário uma equipe para diagnosticar esse transtorno, pois o professor apenas, não tem como ajudar um aluno dislexo,

    1. Como sempre, vocês elucidam os temas abordados com propriedade! Parabéns! Muito bom acompanhar o projeto Neurosaber!!!

      Abraços,

  37. Gostei mto ,com essas informacoes que recebo de vcs,tem me ajudado e tenho conseguido ajudar e entender melhor meus filhos pq eu e minha filha de 4 anos e meu filho de 10 anos somos aspergers. Grata

  38. Excelente texto……….o caminho andado pelas crianças ate realmente estarem alfabetizados é encantador…
    Leio muitos artigos relacionado a isso…..não é tarefa facil descobrir se uma.criança é dislexa….ainda mais quando não há equipes especializadas no assunto na educação pública ou quando há não atende a demanda.

  39. Sou professora da Sala de Recurso Multifuncional (SRM) e também tenho alunos diagnosticados com dislexia, todos estão no Ensino Fundamental ( 3º ao 6º Ano). Como quase não há formação na área de Ensino Especial oferecido pelo Estado, sou carente de informações e dicas sobre essa temática também, pois além da Dislexia, tenho alunos com Autismo, Deficiência Intelectual, Transtorno Global do Desenvolvimento associados a outras deficiências. Ressalto que o material me auxiliou muito e gostaria de receber mais dicas para trabalhar de forma produtiva com os alunos para que de fato possa fazer a diferença na vida escolar deles.

  40. Minha enorme gratidão. Tenho aproveitado muito bem as orientações ofertadas, facilitando a forma como agir com meu filho síndrome de West – atualmente sem crise – autista em consequência do uso do ACTH

  41. Muito importante que cada profissional na área da educação receba estas orientações, não poderá tratar sozinho deste tema. Associando -se a equipe multidisciplinar acredito que a criança será a maior beneficiada. E a família orientada adequadamente terá suporte para lidar com esta dificuldade.
    Os pais por desconhecer ou por medo de se crie um estigma sobre o desenvolvimento escolar de seus filhos, acabam por omitir informações sobre o aluno, o que na maioria dos casos prejudica em muito uma mediação adequada.

  42. Tenho um aluno que lê muito bem, lembra das histórias com riqueza de detalhes, porém ao passar tudo o que fala para o papel se perde e acaba escrevendo metade do que falou e muitas vezes sem sentido, em Matemática não consegue armar uma conta se minha ajuda, para mover algo de lugar para outro, utiliza as estratégias mais difíceis, não consegue se organizar com seu material na mesa e nem na mochila, apresenta as vezes gagueira quando fica nervoso. Será que ele pode ter Dislexia? Já fiz encaminhamento ao setor psicodiagnóstico da minha cidade e estou aguardando resposta, mas a princípio estava pensando em uma dislalia, disgrafia, discalculia.

  43. Muito importante que cada profissional receba estas orientações,como alguem ja falou nas respostas, sempre os alunos são taxados de preguiçosos e indisciplinados, o professor tem que ter mais orientação ou formação para entender mais sobre o assunto. A familia ter que ser orientada para lidar com esse problema, por desconhecer e medo que seu filho seja doente, omitem informações sobre o filho
    Com material de apoio como: jogos e quebra cabeça ajuda ou não no desenvolvimento do aluno?

  44. Parabéns pelo texto sobre dislexia. Sou educadora e lidamos diariamente com crianças que apresentam várias características mencionadas aqui. Seria importante se pudéssemos ter uma capacitação para podermos trabalhar com crianças disléxicas.

  45. Olá eu tenho 31 anos mas não sabia do meu caso por não conhecer a doença se q pode chamar de doença eu ouvi falar e pesquisei são características q tenho des da infância mas q não os conhecia mas ainda tenho dificuldade com isso .mas isso hoje me prejudica mais por q estou na faculdade e vejo q sou diferente dos meus colegas

  46. Boa tarde!!!
    Tenho dislexia,fui diagnosticada com 8 anos.meus pais me deram grande apoio.sei que é difícil para os pais quando recebe a notícia.
    Pois os médico disse para meus tanta coisa negativa,que as negativas tornaram positiva fiz 9 anos de Conservatório curso completo de 🎻,e acabei de cursa engenharia Química.

  47. Sou psicóloga e há 1 ano e meio acompanho um grupo de crianças com dislexia, TOC e TDAH numa escola…Nesse período pude perceber como é importante aplicar as avaliações num ambiente tranquilo onde a criança possa acompanhar a leitura da provas(eu atuo como ledora) e poder responder com mais calma e tranquilidade, se sentindo mais segura e assim, desempenhar as outras atividades em sala com mais segurança. Como profissional, sinto que o mais importante é ajudar essas crianças a desenvolverem a autoconfiança para que sintam seguras em sala de aula e saibam que cada um tem o seu jeito de aprender junto com seus colegas para que não se sinta excluído(a).

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