Epilepsia: tratamento adequado pode evitar crises epilépticas

A epilepsia é uma doença neurológica que traz consigo um conjunto de sintomas. É importante que as pessoas tenham o conhecimento acerca de todos os detalhes que estão envolvidos nessa situação. Afinal, quando os sinais de que ela vai acontecer começam a ficar mais fortes, quem estiver por perto deve providenciar meios de se evitar que o indivíduo, que sofre o ataque, não se machuque.

Além de se informar a respeito dos procedimentos, deve-se também saber sobre o tratamento que pode ser dado; e o poder que essa intervenção adequada tende a contribuir para prevenir as crises epilépticas. Porém, antes disso precisamos relembrar o que é a epilepsia, assim como alguns detalhes que não podem passar despercebido.

Definindo a epilepsia

A epilepsia pode ser definida como uma síndrome relativamente comum a outras doenças. Ela é um conjunto de sintomas que caracterizam certa condição; e também indica um determinado agrupamento de células no cérebro. O comportamento dessas células é bastante estimulado, causando as reações que a maioria das pessoas conhece quando alguém sofre com crises epilépticas.

Por que a epilepsia acontece?

A ocorrência da epilepsia é bem ampla. A doença pode acontecer por motivos variados. Há que se ressaltar que qualquer sinal que tenha a possibilidade de indicar algo incomum em seu filho (a) precisa ser olhado com especialistas de forma imediata. É fato que algumas situações já foram analisadas e comprovadas como sendo o ‘gatilho’ para o aparecimento dessas crises, tais como:

– Quadro de infecção no cérebro, alguma pancada forte na cabeça, leões cerebrais; casos de neurocisticercose (quando são identificados ovos de solitária no cérebro); síndromes genéticas, tumor e AVC. Uma situação que também pode causar a epilepsia é o abuso de drogas.

A importância de um tratamento adequado para a qualidade vida do paciente

É sabido que as intervenções voltadas para qualquer síndrome, distúrbio e outras várias doenças são essenciais para retardar efeitos e inibir sintomas. Diante disso, vale reiterar como o tratamento é útil na vida de quem apresenta a epilepsia.

O tratamento é basicamente à base de medicação. No entanto, é preciso tomar cuidado quanto à dosagem. Segundo recomendação de profissionais da área médica, a indicação de vários remédios (combinação) para retardar as crises não é mais consistente. Afinal, constatou-se um número considerável de efeitos colaterais.

Interessante ressaltar que a disciplina do paciente diz muito sobre o sucesso do tratamento, pois o uso regular e sob supervisão médica é essencial para os resultados. Uma informação que vale ser trazida ao conhecimento de todos os leitores é que o medicamento não é indicado por toda a vida, a não ser quando o paciente faz parte de um grupo cuja epilepsia se manifesta de forma mais grave.

A recomendação de um remédio que possa amenizar as crises epilépticas deve ser dada por um médico. Após a primeira crise, é importante relatar ao profissional todos os detalhes observados durante a ocorrência da epilepsia.

Quais são os sintomas?

Os sinais da epilepsia são os seguintes: a pessoa cai ao chão, há a contração do músculo em todo o corpo, respiração ofegante; há casos de desligamentos, ou seja, o indivíduo perde o contato com o ambiente em que está, entre outros.

O que fazer para lidar com as crises epilépticas?

– É importante colocar a pessoa deitada em um local seguro e de forma que ela não se machuque;

– Retire de perto objetos que podem machucá-la;

– Não segure a pessoa;

– Coloque um pedaço de pano entre os dentes do indivíduo para evitar que ele morda a língua;

– Deixe as roupas da pessoa afrouxada;

– Vire-a de lado, em caso de muita salivação, para evitar que ela sufoque com a saliva;

– Não dê tapas ou qualquer forma de voltar à consciência.

 

Dr Clay Brites

 

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