O que é a competência interpessoal?

Vocês por acaso já ouviram falar em competência interpessoal? Caso conheçam o significado, vocês saberiam mensurar o tamanho da importância que ela representa? Bom, o artigo de hoje vai focar nesse aspecto fundamental de nossas vidas. Por meio dessas informações, todos os leitores ficarão por dentro sobre essa prática nas relações sociais.

Competência interpessoal pode ser definida como a habilidade que o ser humano tem para lidar de forma eficaz com relações entre duas ou mais pessoas; além disso, com a flexibilidade em lidar com outros indivíduos dentro de sua diversidade de maneira que possa suprir às necessidades de cada um e às exigências da situação.

Quais são os aspectos da competência interpessoal?

A competência interpessoal conta com dois itens de grande importância em sua composição, são eles: a percepção e a habilidade. Importante ressaltar que esse processo da percepção necessita ser treinado para uma visão que seja completamente cuidadosa acerca da situação interpessoal.

Isso quer dizer que há um longo processo de crescimento pessoal, o que abrange a autopercepção, a autoaceitação e a autoconscientização. Tudo isso como pré-requisitos de possibilidades de percepção que sejam mais reais dos outros e da situação interpessoal.

Vale lembrar que a habilidade de lidar com situações interpessoais é responsável por proporcionar às pessoas a facilidade de conviver com aspectos que englobam faculdades ou práticas importantes, sendo que as que mais se destacam são as seguintes: flexibilidade perceptiva e comportamental.

Isso significa enxergar as situações “por vários ângulos ou aspectos da mesma situação e atuar de forma diferenciada, não-rotineira, experimentando novas condutas percebidas como alternativas de ação” (Moscovici, 1981). Vejam abaixo outros aspectos que são essenciais na construção e condução da competência interpessoal.

Relações interpessoais no comportamento social

Esse quesito é fundamental para dar partida na interação social entre as pessoas. No entanto, o bom prosseguimento dessa habilidade não é unilateral, ou seja, depende de ambas as partes que estão envolvidas: sujeito e interlocutor.

A relação que se estabelece no contato com o outro deve contar também com a empatia a fim de que se crie uma situação de mutualidade e, consequente, respeito entre os indivíduos envolvidos nessa relação.

A comunicação na competência interpessoal

Esse aspecto é bastante amplo porque abrange muito mais que a linguagem verbal. A comunicação efetiva é aquela que se baseia na interação do interlocutor. Isso inclui não só o ato de escutar, mas de ouvir (compreender o que se escuta) também. Além disso, especialistas afirmam que para estabelecer uma comunicação de fato, a pessoa que recebe a mensagem deve utilizar comportamentos que sugerem o entendimento no que é abordado, são eles:

– Contato visual constante;

– Sinais não-verbais que demonstrem interesse na mensagem transmitida;

– Fazer perguntas que sugerem a compreensão da conversa/ interesse no conteúdo;

– Emitir pequenas observações (interferências) no momento de fala para complementar o entendimento.

Esclarecendo de uma vez por todas

Importante ressaltar que a competência informacional é o resultado de uma percepção cuidadosa que está incluída nas relações interpessoais e, como consequência, das habilidades ligadas ao comportamento das pessoas envolvidas. Isso proporciona experiências satisfatórias e duradouras para todos.

É interessante que haja essa preocupação já na infância, pois a partir dessa fase torna-se possível estabelecer situações de interação e desenvolvimento de práticas que tendem a favorecer a relação do indivíduo com o outro e com o ambiente.

 

 

 

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