Quando é uma causa congênita no Transtorno Neurológico?

O Transtorno Neurológico, independentemente qual seja, sempre levanta algumas suspeitas sobre a sua origem ou o que pode ter levado a criança a determinado quadro. No entanto, existem fundamentos que comprovam a ocorrência de causas congênitas para essa situação.

Vale a pena lembrar: o que é congênito?

É quando determinado problema neurológico começa a acometer a criança na fase uterina. O bebê, então, nasce com esse transtorno.

Questionamentos

Importante ressaltar que depois de um acompanhamento médico e, consequentemente, de resultados comprovados, os pais devem tomar todas as providências cabíveis para uma intervenção adequada, mas e antes disso?

O que fazer para identificar a causa congênita? Seria algo possível de se perceber no dia a dia? Vale a comparação com outras crianças? É um questionamento temeroso ou preventivo? Vejam alguns sinais que podem ajudar os pais.

Quando identificar um transtorno que tenha origem no aspecto congênito?

A verdade é que tal questionamento parte de uma suspeita que acompanha os pais desde a primeira infância da criança. Pequenas observações como a maneira que o pequeno interage com o mundo ao redor, lida com situações do seu cotidiano (brinquedos e objetos para manusear), a própria comunicação visual e verbal; a psicomotricidade, entre outros.

Podemos apresentar algumas informações que tendem a reforçar a análise de pais e responsáveis sobre possíveis suspeitas de um transtorno neurológico de causa congênita. Confiram abaixo:

  • Dentre as fortes possibilidades, pode-se levantar o fato de a criança ter nascido com algum aspecto de atraso em seu desenvolvimento. Nos primeiros meses de vida, nota-se que o pequeno apresenta um déficit motor, uma linguagem inadequada ou comportamento estranho para a sua idade;
  • Outra forma de suspeitar é quando um dos pais apresenta uma condição neurológica que se assemelhe à situação da criança. No entanto, outras pessoas da família também podem manifestar algum transtorno que reforce as suspeitas;
  • Quando uma criança nasce gêmea da outra, e as duas têm o mesmo problema, a possibilidade de o transtorno vir de uma causa congênita torna-se bem forte. Lembrem-se: quanto mais presente a condição estiver na vida de ambos, maiores são as chances de o quadro em questão ser de origem genética;
  • As suspeitas são reforçadas quando o bebê tem malformações ortopédicas, malformações cardíacas, malformações renais ou malformações de outros órgãos (olhos, ouvidos) associados àquele transtorno que ela pode ter. Isso significa, portanto, que a criança já nasceu com aquelas alterações.

Acompanhamento médico

A maioria das informações citadas aqui realça as suspeitas de que o pequeno tenha nascido com algum transtorno neurológico de causa congênita. No entanto, é imprescindível que tão logo vocês, pais, identifiquem algum desses sinais; a procura por uma equipe médica deve ser providenciada como forma de procurar uma forma de oferecer à criança o tratamento necessário para amenizar sua condição.

Mesmo que os casos congênitos não ofereçam a possibilidade da obtenção de cura, é inegável que o acompanhamento com um especialista pode amenizar muitas situações a serem vivenciadas pela criança e pelos pais do pequeno.

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    1. NeuroSaber Responde

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